Cafeicultura

A cafeicultura é a principal atividade agrícola do Espírito Santo, desenvolvida em todos os municípios capixabas (exceto Vitória). Gera em torno de 400 mil empregos diretos e indiretos e está presente em 60 mil das 90 mil propriedades agrícolas do Estado. Ao todo, 73% dos produtores capixabas são de base familiar, com o tamanho médio das propriedades em 8 hectares. Existem 131 mil famílias produtoras capixabas.

O Espírito Santo é o 2º maior produtor brasileiro de café, com expressiva produção de arábica e conilon. É responsável por 22% da produção brasileira. Atualmente, existem 435 mil hectares em produção no Estado. A atividade cafeeira é responsável por 35% do Produto Interno Bruto (PIB) Agrícola capixaba.

É lei: 14 de maio é dia de começar a colheita de café Conilon no Espírito Santo. A medida evita que o café seja colhido antes da hora, garantindo assim mais qualidade aos grãos. O Espírito Santo já produziu 13 milhões de sacas de café (arábica + conilon). A maior produção de conilon foi de em torno de 10 milhões de sacas em 2014. A maior produção de arábica chegou a 3,5 milhões de sacas em 2016 (estimativa).

A cafeicultura está em todas as regiões do Estado de maneira bastante diversificada. A diversidade começa nas espécies cultivadas no Estado: Coffea arábica (arábica) e Coffea canephora (conilon). Além disso, a cafeicultura capixaba é praticada em diferentes altitudes, o nível tecnológico dos produtores é variado, o tamanho das propriedades é diverso (os pequenos produtores são maioria, mas há grandes empresas rurais na cafeicultura capixaba), e a qualidade do café produzido no Espírito Santo também é vasta. O arábica é mais cultivado em regiões de temperaturas mais baixas e altitudes acima de 500m. Já o conilon é de regiões mais quentes, normalmente plantado abaixo de 500m de altitude.

Café Conilon

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Cafeicultura

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